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Parte IV — Despedidas: quando as portas se fecham

Relatos de 2011–2012

A partir de 2005 fiquei um longo tempo sem me envolver com substâncias. Não fiz quase nenhum uso, com exceção de algumas experiências curtas com Salvia (apesar de breves, foram muito significativas — tanto que dediquei a elas uma parte exclusiva deste livro).

Em algumas ocasiões em que retomei experiências, senti praticamente uma despedida de meus aliados espirituais. Houve uma sensação nítida de que certos ciclos estavam chegando ao fim.

Esses relatos são encontros de despedida — ao menos temporária — de mestres invisíveis e de formas antigas de caminhar pelo mistério.